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ORA, no tocante às coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que todos temos conhecimento. O conhecimento incha, mas o amor edifica. |
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E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber. |
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Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido dele. |
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Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só. |
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Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), |
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Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e em quem estamos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele. |
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Mas nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, com consciência do ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo fraca, fica contaminada. |
| 8. |
Ora a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais e, se não comemos, nada nos falta. |
| 9. |
Mas vede que essa liberdade não seja de alguma maneira escândalo para os fracos. |
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Porque, se alguém te vir a ti, que tens conhecimento, sentado à mesa no templo dos ídolos, não será a consciência do que é fraco induzida a comer das coisas sacrificadas aos ídolos? |
| 11. |
E pela tua ciência perecerá o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. |
| 12. |
Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo. |
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Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize. |