I
Com tua mão segura bem a minha,
pois eu tão frágil sou, ó Salvador,
que não me atrevo a dar jamais um passo
sem teu amparo, meu Jesus, Senhor.
II
Com tua mão segura bem a minha,
e pelo mundo, alegre, seguirei.
Mesmo onde as sombras caem mais escuras,
teu rosto vendo, nada temerei.
III
Quando eu chegar à beira desse rio
que tu, por mim, quiseste atravessar,
com tua mão segura bem a minha,
e sobre a morte eu hei de triunfar.